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	<title>Comentários sobre: Reflexões sobre ética</title>
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	<description>Crônicas, contos e outras coisas de Alessandro Martins</description>
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		<title>Por: Roney Belhassof</title>
		<link>http://www.cracatoa.com.br/reflexoes-sobre-etica/comment-page-1/#comment-17014</link>
		<dc:creator>Roney Belhassof</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 16:25:14 +0000</pubDate>
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		<description>Falar de ética e moral é tão difícil quando falar de arte e estética! :-) Posso pular do barco e ir nadando para as margens ou até a pedra lá no fundo para ver como ela é? ;-)

Isso de pular do barco me lembrou do filme Viagens Alucinantes, onde o protagonista usa drogas (se não me engano) e uma câmera de privação dos sentidos para voltar à consciência primordial, chegando a ir além do estágio Neandertal.

Acho que prefiro chamar de instinto o que você chamou de ética. Não sei se um animal tem ética ainda que tenha alguma inteligência e até consciência.

Qualquer que seja o nome que a gente dê eu também acho que há um tipo de sabedoria nisso que não devemos perder de vista enquanto desenvolvemos nossa moral e ética. Nem que seja para não esquecermos que aquela voz primal continua falando conosco enquanto nos achamos tão avançados e civilizados que nos achamos diferentes dos outros terráqueos (animais, vegetais, fungos etc).

Sabe, eu creio que parte do processo de se tornar consciente (ou moral) é observar criticamente a tal pedra lá no fundo do lago e avaliar o que devemos manter e o que já está na hora de abandonar daqueles tempos primitivos.

Ótimo post! O que nos instiga é ótimo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de ética e moral é tão difícil quando falar de arte e estética! <img src='http://www.cracatoa.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Posso pular do barco e ir nadando para as margens ou até a pedra lá no fundo para ver como ela é? <img src='http://www.cracatoa.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Isso de pular do barco me lembrou do filme Viagens Alucinantes, onde o protagonista usa drogas (se não me engano) e uma câmera de privação dos sentidos para voltar à consciência primordial, chegando a ir além do estágio Neandertal.</p>
<p>Acho que prefiro chamar de instinto o que você chamou de ética. Não sei se um animal tem ética ainda que tenha alguma inteligência e até consciência.</p>
<p>Qualquer que seja o nome que a gente dê eu também acho que há um tipo de sabedoria nisso que não devemos perder de vista enquanto desenvolvemos nossa moral e ética. Nem que seja para não esquecermos que aquela voz primal continua falando conosco enquanto nos achamos tão avançados e civilizados que nos achamos diferentes dos outros terráqueos (animais, vegetais, fungos etc).</p>
<p>Sabe, eu creio que parte do processo de se tornar consciente (ou moral) é observar criticamente a tal pedra lá no fundo do lago e avaliar o que devemos manter e o que já está na hora de abandonar daqueles tempos primitivos.</p>
<p>Ótimo post! O que nos instiga é ótimo!</p>
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