Crônicas, contos e outras coisas de Alessandro Martins
25 ago 2009
Durante algumas semanas indaguei-me – bem como outros moradores das regiões mais centrais de Curitiba – sobre o que seriam os tais círculos vermelhos que vinham sendo colados por muros, paredes e pavimentos da paisagem urbana.
Indaguei com meus botões, indaguei em meus blogs, indaguei no Twitter. Enfim, indaguei. E, finalmente obtive resposta. Que veio da Naty Fogaça, no Facebook.
A Bienal Vento Sul está acontecendo em Curitiba até 11 de outubro:
Com o título: Água Grande: os mapas alterados, a 5ª edição da Bienal VentoSul reúne obras de artistas de 29 países dos cinco continentes; De diferentes partes do planeta: norte e sul, centro e periferia, pólos frios e quentes, Primeiro e Terceiro Mundo.
(…)
Propõe-se, assim, um recorte na produção contemporânea internacional. Os artistas e obras selecionados seguirão diretrizes de questões levantadas sobre dois importantes temas da atualidade: a água e os mapas.
O Interlux também é bastante conhecido no meio artístico da cidade. E também por qualquer um que ande nas ruas de Curitiba, mas mais pela trabalho que pelo nome. É impossível percorrer uma quadra sem que se veja pelo menos um lamb (aquelas folhas A4 de xerox ou gravura coladas nas paredes), um estêncil ou uma intervenção urbana do grupo. E, agora, por seus pontos.
No entanto dei uma busca no site da Bienal Vento Sul e não surge nenhum resultado para os termos “Sarampo Social”. Aparentemente, a organização deveria ficar mais atenta a esse trabalho: de maneira um tanto incógnita e sem vir com um rótulo de arte (pronuncia-se artchi) é o que mais está provocando indagações na população, como uma doença viral da qual se vê os sintomas (os pontos) mas sobre as quais ainda não se sabe nem a causa e nem o prognóstico. Em um contexto de mídias sociais, gripe suína e outras questões da cidade, permite muitas leituras, mas não tenho a pretensão de fazê-las.
4 comentários para "Os círculos vermelhos em Curitiba: é o Sarampo Social"
eita nati.. derrubando a galera! mas vamo lá: o sarampo social seria uma inserção “extra oficial” na obra que o coletivo apresenta na bienal. talvez por isso não houvessem maiores detalhes. o trabalho é configurado em dois momentos, com a grade instalada no passeio público e outra que está no memorial de curitiba. vale uma visita.
E a gaiola construida em frente ao passeio publico, junto ao tubo, qu dentro tem um ponto vermelho tambem.
Olá, Tem em outros lugares também, Al. Cabral, Inácio Lustosa (2 lugares – posto de gasolina na esquina e do outro lado da rua), 2 na Trajano Reis (num estacionamento cinza e do outro lado da rua), Pça Zacarias (naquelas caixas de telefonia perto da Al. Muricy), 2 na pça do Gaúcho (na pista de skate e na parede da sorveteria), na Ponte Preta na rua joão negrão, são alguns q eu já vi.
Se realemnte for isso, mas que coisa idiota hein!!
Falta do que fazer de gente moderninha dos inferno!!
Coloca um circulo vermelho na bunda da mãe do desgraçado que sai colocando essa merda.
; )
Escreva um comentário