Um mapa afetivo: uma idéia muito legal de uma artista plástica – a artista plástica Claire Kessner-Bradner traça “mapas afetivos” com os endereços que marcaram sua vida. A proposta é muito simples: ela cata o guia das ruas de sua cidade, São Francisco, na Califórnia, e finca ali plaquinhas, nas quais explica, de próprio punho, o que lhe aconteceu nas alamedas x ou y. Nada de mais: as marcações variam do lugar em que teve um beijo roubado à calçada onde levou um tombo de skate.
O efeito é instantâneo. Diante do mapa íntimo da artista outras pessoas se sentem estimuladas a fazer o mesmo
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