Cracatoa Simplesmente Sumiu

Crônicas, contos e outras coisas de Alessandro Martins

Arquivo da categoria Textos

Fragmento Fotográfico 5

Se estiver recebendo por feed ou por email, clique aqui para ver. Veja todos aqui: Fragmentos Fotográficos

[Leia mais →]

Nesta terça-feira (14 de setembro de 2010), das 14h às 16h, ministrarei o primeiro dia da oficina Histórias Coletivas com o Twitter durante a Semana Literária Sesc Paraná. A oficina continua nos dias 15 (quarta) e 16 (quinta) no mesmo horário. Tudo bem se você não mora em Curitiba ou se não teve tempo de [...]

[Leia mais →]

Se tudo o mais falhar, use as seguintes sílabas mágicas

Se nada mais der certo, diga as seguintes sílabas mágicas nesta ordem exata. Nunca falha.

[Leia mais →]

Tântalo

Dizem que as paixões de todas as espécies crescem proporcionalmente à distância, física ou não, da possibilidade de realizá-las. As utopias, no que diz respeito ao que é coletivo, e outras impossibilidades, no que diz respeito ao que é individual. Isso é verdade até certo ponto. No entanto, o mito de Tântalo expressa muito melhor [...]

[Leia mais →]

O último beijo

O primeiro beijo sempre pode ser descrito em detalhes. O que se fez quinze minutos antes, a roupa que se vestia, que bebida se bebia, que conversa o antecedeu, a intensidade da luz. Se havia música ao fundo ou apenas o som das ondas a quebrar na praia. Se dedos devotados se entrelaçaram ou se [...]

[Leia mais →]

Aquela garota

Aquela garota era tão legal que seu coração não era uma pedra de gelo, mas uma bola de sorvete.

[Leia mais →]

Botas, bico fino, salto alto, cano longo, domingo de sol

Ela entrou no carro, fechou a porta e colocou as botas novas, que usava, sobre o painel. Sabia do que eu gostava. Passou a mão sobre os canos de couro negro e soltou um gemido, quase um murmúrio, deleitando-se com a visão das próprias pernas e com as sensações causadas pela musculatura envolvida pelos cadarços [...]

[Leia mais →]

Oficina de Histórias Coletivas com uso do Twitter no Sesc

Vou participar da Semana Literária Sesc Paraná ministrando uma Oficina de Histórias Coletivas com uso do Twitter. Será uma oficina para apenas 14 pessoas, 2 por computador, no Laboratório de Arte Eletrônica do Paço da Liberdade, em Curitiba, nos dias 14, 15 e 16 de setembro, das 14h às 16h. É grátis, mas como são [...]

[Leia mais →]

No último volume

Um certo medo que coisas ruins aconteçam. O vizinho do lado, Ivan Lins no último volume. Naquela hora da noite. A nos separar, apenas, a mureta da sacada, transponível com apenas uma pernada. Sei lá. E, tarde da madrugada, ainda a tevê ligada, muito alto. Hoje mesmo, o plim plim da Globo, abafado pela espessura [...]

[Leia mais →]

Deixarei a porta aberta

Chegarei em casa cansado depois do trabalho e, como fazem os imprudentes, por esquecimento, deixarei a porta aberta. Não tenho medo de ladrão. Tenho medo de que você não entre no segundo seguinte. Tenho medo que não tenha sido você a me seguir agora há pouco, no caminho, como medo tenho de que, com a [...]

[Leia mais →]

Se eu fosse dizer

Se eu fosse dizer o que gostaria de dizer – mas sem dizer – como diria? Diria, mentindo, que tenho pouco jeito com qualquer adeus, pra perto ou pra longe, e talvez seja mais fácil para mim a abrupta desaparição da tela do computador onde, há pouco, conversávamos face a face, ainda que separados por [...]

[Leia mais →]

Sobre perdão e ser perdoado

Dar e receber perdão são gestos são tão difíceis de serem compreendidos porque, quando somos capazes de vivê-los, então já não resta nada a perdoar. Por um lado, poucos se percebem capazes deles. Embora todos sejam. Por outro, se não há mais o que perdoar, o perdão e o ser perdoado tornam-se atos sem chão, [...]

[Leia mais →]

Punheta

Provável que não exista palavra mais feia que punheta. Talvez só perca para siririca, quando o ato se refere às mulheres.Não consigo lembrar, pelo menos neste momento, de nenhum outro termo para designar a coisa, a não ser naqueles que soariam pedantes ou afetados demais, como auto-indulgência ou auto-carícias. Bem. Queiram desculpar a falta de [...]

[Leia mais →]

Cenas da infância ou Meu pinto

Até dos 10 anos de idade recusava-me a usar cuecas. Desagradava-me a idéia de ficar com meu pinto e saco presos em um envólucro de algodão que fosse. Se as roupas eram usadas para cobrir o corpo, não fazia sentido, na minha cabeça de criança, cobri-lo ainda mais. As calças ou o calção bastavam. Aliás, [...]

[Leia mais →]

Certinho

Às vezes me pego pensando sobre se sou por demais correto ou, numa linguagem menos abonadora, certinho. Confesso que isso me incomoda, por alguns momentos. Sou o cara que apenas estaciona na vaga permitida, paga suas contas em dia, devolve os livros emprestados à biblioteca na data certa e coisas do gênero. E, nessas horas, [...]

[Leia mais →]

    Assine: escreva seu email para receber os textos que eu publico:

Twitter

Twitter Updates

    Siga-me no Twitter

    Comentários recentes