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Sútra VII - 6 Dos demônios e dos desejos vis

Ao pinçar os mamilos do amante entre polegares e indicadores, há a
possibilidade de ela ouvir um ruído gutural, um rugido ou um rosnado
que não é a voz dele nem sai de sua boca. Se isso acontecer, de forma
alguma ela deve soltá-lo nesse instante, ou se assustar, pois o ser
que então se manifesta pode fugir e ficar a solta pelo mundo
alimentando-se simplesmente de devassidão durante muitas luas. Por
outro lado, ela pode fazer-lhe qualquer pedido nessa hora, dos mais
inocentes aos mais lúbricos, e tudo lhe será atendido. Ao realizá-lo,
vai embora em seguida.
9 de maio de 2006
Nao conseguia imaginar uma ilustração melhor para este texto :|
para ambos o meu aplauso
Por: Njacinto | maio 23, 2005 01:33 PM
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Muito obrigado pelo elogio meu caro amigo, na verdade este primeiro número de Craca Sútra não seria possível, não fosse a genialidade das palavras de Alessandro aliar-se á minha mão perversa.
Por: Freeza aka Nuno Usagi | maio 23, 2005 01:40 PM
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Você nem imagina o que vem pela frente, Njacinto... se fôssemos mais religiosos certamente seríamos excomungados...
Abraços!
Por: Alessandro Martins | maio 23, 2005 01:46 PM
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Adorei essa brincadeira, e a ilustração também.
O site tá lindo e super fácil de navegar. Não vejo a hora de ver minhas coisinhas por aqui.
Beijo grande a todos da ilha de Cracatoa.
Por: Janara | maio 23, 2005 08:29 PM
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Garanto que a brincadeira é divertidíssima e só posso concordar quanto à ilustração do nosso caro Nuno, Jana...
Por: Alessandro Martins | maio 23, 2005 10:11 PM
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Primeiro do Craca Sútra? Não é o 6? Ou o VII? Não to entendendo nada...
Tesão de texto e desenho, já estou com vontade de postar Cracatoa de novo no meu flog.
Kisses 4 u all!
Por: Monnica | maio 23, 2005 10:33 PM
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Na verdade, Monnica é o sútra de número 6 do capítulo VII do livro de Sútras de Cracatoa. Eles serão apresentados pulados e fora de ordem pois apenas trechos foram encontrados após o grande cataclismo... também... com um povo que tinha tais práticas só podia acabar em cataclismo...
Por: Alessandro Martins | maio 23, 2005 10:43 PM
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Por: Freeza aka Nuno Usagi | maio 24, 2005 08:34 AM
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Admiro um poeta quando ela fala das coisas que ele sente e sabe que todo sente aquilo também, mas que na maioria das vezes só se dá conta quando ouve um poeta dizer...
Parabéns por se expressar tão bem amigo. Continuo te admirando cada vez mais.
Por: Rogério Brant | maio 24, 2005 01:17 PM
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E eu também te admiro muito, meu caro. E a cada prática sua de Yôga Antigo sua descubro o quanto o admiro e parece nem ter fim... lamentei não poder ir a sua prática ontem, pois participei de um debate na Universidade Tuiuti. Mas quero ver se nos encontramos na sexta-feira se prática houver...
Abraços!
Por: Alessandro Martins | maio 24, 2005 01:35 PM
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visito o site às vezes, mas sempre me surpreendo com a qualidade.
bom saber que há cabeças pensantes nesta cidade e que os resultados dos pensamentos saem cada vez melhor.
parabéns!
Por: Daniella | maio 24, 2005 07:53 PM
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