Cracatoa Simplesmente Sumiu

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Mouche au miel

9 5 2008 / por Alessandro Martins · 2 comentários

As abelhas são solitárias, disse-me ela.

A condição natural das abelhas é o vôo sem companhia. O enxame, a colméia são acasos, são a contradição de seus mais internos sentidos. Ela disse, enquanto uma passava perto do seu rosto, sobrevoava seus olhos. Seriam doces talvez e tive ganas de lambê-los.

O enxame, a colméia, um mal necessário. Os males, todos necessários talvez. As pessoas a nossa volta, com conversas paralelas e que não as levariam a lugar nenhum, violentavam palavras a que tentávamos dar sentidos ocultos.

Mas, se assim não fosse, uma abelha não sairia na busca, ficaria sempre junto dos seus semelhantes. O prazer, a luz, a certeza, o amor, o desejo, a verdade que há por trás das coisas, até das mentiras. Tudo uma busca. Para uma abelha, uma flor não é feia nem bonita. É alimento. Dê-me um beijo, seja minha guloseima nesta manhã, um sabor que se leva na boca ainda depois do manjar lentamente degustado. Não. Ela não disse isso, enquanto a abelha passava próxima a seus lábios sem medo.

Se assim não fosse, se assim não houvesse a necessidade dos tais vôos isolados, não haveria como garantir que houvesse flores na próxima primavera, mel no próximo inverno.

Porém, mais que cores quero néctar.

Não pensei nisso naquela hora. Pensei em qual seria o peso de sua mão direita atrás de minha nuca, a puxar-me em sua direção, as unhas pintadas de vermelho, a polpa macia contra o dorso de meu pescoço. Minha virtude, meu vício, os dois começavam a me arrebatar naquela direção sem que ela precisasse sequer me tocar, no entanto. Juntos ali, imersos na vontade, éramos um corpo sem gesto.

Abelha, em francês, deve ser uma palavra que rima com errante. Na verdade, não. Mas gosto de pensar assim. Na falta dela, tentamos inventar. Mosca do mel, quem sabe. Esfreguei as mãos meio pela expectativa do que poderia acontecer, meio para aquecê-las. Estavam frias naquela hora.

As abelhas são solitárias, disse-me ela.

Capturei-me a pensar sobre qual seria seu cheiro. Não seu perfume. Seu cheiro de mulher, cheiro de gente. Não seu cheiro eventual. Mas seu cheiro ali no agora, no exato instante em que, para mim, ela existia. Tive vontade de me aproximar mais, inclinar-me um pouco e achegar-me de sua pele. Não da região a que chamariam de garganta. Não da região onde as vértebras pronunciam notas musicais. Mas da parte intermediária, ali onde eu via uma artéria pulsar com doçura sob a pele claríssima. Em silêncio, dizendo mais do que nós mesmos dizíamos e relutávamos em parar, embora o dia corresse sob os cuidados de nossa distração mútua. Quieta pulsava, contava o tempo a se esgotar.

Finalmente, chegou o instante em que teríamos de nos despedir. As abelhas são solitárias, disse-me ela.

E me vi ali. Eu estava próximo ao mel. Pedi um bocado. Desde o primeiro instante, pedi. Mesmo antes de pedir, pedia. Pedi. Recebi.

Era o mel, era a picada.

Toda abelha tem um ferrão. Ainda arde. Delícia.

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Quando chove ou faz frio

6 5 2008 / por Alessandro Martins · 2 comentários

Aprendi finalmente que alguns amores - aqueles que não deram certo, sobretudo - são como certas dores das pessoas idosas, cujo corpo já carrega cicatrizes, alguns entorces mal recuperados, ossos mal regenerados depois de fraturas.

Por mais que o organismo esteja em boas condições no conjunto - feliz em sua integridade de organismo - basta que alguma condição climática se altere para que uma pontada se insinue ali ou um desconforto se pronuncie aqui, avisando da chuva por vir ou do frio que se aproxima.

Antes de serem insuportáveis, essas dores são sim um pouco incômodas. No limite para se fazerem notáveis.

Então, você desiste de lutar contra elas e entende que é preciso simplesmente aceitá-las. Na maior parte do tempo elas se deixam esquecer em algum lugar da geografia das células, mas estão latentes a espera de alguma particularidade atmosférica que vai novamente acioná-las. Elas fazem parte da anatomia da cura das dores realmente dolorosas. A alma se costura ao homem pelas cicatrizes e através da pele marcada deixa-se ver com mais facilidade.

E, assim, aceitas as dores, quando surgirem talvez sirvam até de companhia. Vê como os velhos falam sozinhos às vezes. Conversam sobre o clima com suas marcas.

Assim a vida segue. O corpo é forte como uma árvore cujos galhos amam o céu e as raízes amam o chão. É possível ser verdadeiramente feliz ainda que faltem alguns pedaços. A vida não é matemática. Não é completamente resolvível. Alguns problemas permanecerão sem resposta. Alguns problemas são a resposta.

Assaltado hoje por pensamentos aos quais pertenço, aprendi finalmente que dores tais são a definitiva expressão de certos sentimentos que jamais se resolverão até que a última cartilagem e o último nervo sejam esquecidos pela terra em que finalmente me aninharei.

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Salmo

27 4 2008 / por Alessandro Martins · 1 comentário

Na parábola, a mulher que perdera uma de suas dez dracmas convidou a todos os vizinhos a celebrar, pois a encontrara novamente. O homem que tivera a ovelha desgarrada do rebanho de cem ficou feliz ao encontrá-la. Os egípcios tiveram sete anos de fartura e sete anos de absoluta falta de tudo, mas festejaram já que, previdentes, guardaram para o período infértil. Maria exultou ao saber fecundo seu ventre.

Falo disso, pois a excitação que vem em mim é bíblica.

Eu digo, irmãos: regozijai portanto. Em breve estarei nos braços daquela que verdadeiramente desejo.

Quero sentir-me novamente como o aventureiro que de sobre a pedra se atira na cascata, pois conhece as cascatas e sabe que lá embaixo há um fosso escavado pelas águas e seu corpo será acolhido. Com um impulso das pernas, aviltarei o espaço, abrirei o peito, colocarei as mãos à frente, desenharei a curva dos corpos sob a ação da gravidade e, de olhos bem abertos, penetrarei no rodamoinho.

Vou fazer aquela prece para que sejam fortes meus braços para melhor sustentar o corpo dela e para que sejam vigorosas suas pernas em torno de minha cintura. Que seus olhos me vejam como um animal, mas desses instruídos e sentimentais. E que eu veja este olho com outros mundos. Venham a nós todos os reinos, vegetal e mineral também.

Que ela se apresente como uma nova mulher, embora não se saiba e nem queira ser nova, e que eu me apresente também renovado, embora, na sua presença, eu me sinta antigo como as rochas, maleável e efêmero como um ramo de trigo. Sejamos dois desconhecidos novamente, para reter na boca o sabor do desbravamento. A terra prometida é apenas um passo adiante disso.

Serei terra virgem de ser pisada, ave única contra as montanhas, nuvem que passa silenciosa sobre o mar, sem chuva e sem trovoada. E que apenas desaparece para ressurgir quando ela precisar de sombra e refresco para os olhos. Desatarei suas sandálias e terei também as minhas desatadas.

Quero ser olhado, quero ser muito olhado tal fosse paisagem, tal fosse a primeira visão da vida. Quero ser muito cheirado, como o cheiro da primeira chuva do verão, que levanta da terra. Quero ser, para esta que também me deseja, um aroma que se pega com as mãos. Observe os lírios do campo e verá que nem eles nem o Rei Salomão foram agraciados pela seiva da manhã com tamanha intensidade.

Quero ser ouvido, em palavra, ruído e gemido, tal uma voz, não a que clama no deserto, mas a que pede mais e mais no lugar tão comum que é um quarto. Quero ser tocado com doçura e rispidez, alternada e simultaneamente, sim, com a doçura e a rispidez que só uma mulher sabe ter. E sorverei, feito a fruta doce da infância, o que ela vier a me oferecer, esta ou aquela. Sentirei que sou ungido por óleo consagrado, que sou tocado pelo fogo sem me ferir.

Estarei no amanhecer a esperar sua sentença. Que lave as mãos se quiser, mas se quiser também, toque-me com mãos impuras. Não importa. Agora sou tela. Que use, então, as tintas que preferir.

Terei, enfim, no cuidado e no descuido com que me dou, me empresto, me barganho, me vendo e me escracho, o prazer de ousar dizer sem reservas. Dizer que, enfim, ela sim, essa mulher me come. Não pelas periferias, mas de dentro pra fora, sem medo de queimar os lábios.

Tomai, então, mulher, e comei. Este é meu corpo que é dado pra ti para celebração dos nossos pecados. Não afastemos de nós esse cálice, mas o agarremos com as duas mãos e bebamos em nome de tudo isso.

Amém.

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A incrível família Júnior

15 4 2008 / por Alessandro Martins · 8 comentários

A família Júnior tem inúmeras particularidades dentre as quais a mais marcante é ser formada quase que exclusivamente por homens. As poucas mulheres da família Júnior surgiram de erros de escrivão ou do capricho de alguma mãe.Outro fato marcante é que nenhum integrante da família Júnior é de fato aparentado. Nascem aqui e ali, em diferentes núcleos. Reproduzem-se ao acaso, na mesma proporção em que existem homens com certa vaidade a respeito do próprio nome.

Não apresentam traços físicos particulares que os faça facilmente reconhecíveis na multidão.

Muitas vezes, é preciso ligar para a casa de um para só então descobrir que ele faz parte do clã. Se você der sorte, o telefone será atendido pela irmã. Ela, então, graciosamente vai entregar as nobres origens da pessoa com quem você quer falar ao chamar com toda gentileza aos gritos de:

- Júnioooooooooooor!

E, finalmente, você sabe com quem está lidando. Um dos membros da família Júnior.

A medida em que o menino recém-chegado à família Júnior cresce, essas reações telefônicas vâo mudando. Pois não é mais possível saber - afinal a voz do interlocutor não é mais de uma criança - se deseja-se falar com o mais novo ou com o mais velho da casa. Então, a mesma irmã perguntará:

- Quer falar com o pai ou o filho?

Todos eles, da família Júnior, carregam o nome do pai que, na maior parte das vezes, não faz parte da família Júnior. Digo na maior parte das vezes porque sempre é possível que exista um Júnior Júnior, uma espécie de pai de todos os juniores.

Ou um Júnior sênior, se preferir.

O que é estranho, porque para ser um júnior sênior seria necessário ser filho de um júnior e, seria de se esperar que para ser mais graduado, você nascesse mais velho. É um problema sério de lógica.

E não só. Ser um Júnior é ter também um certo problema de identidade. Na escola, o chamam pelo primeiro nome. Em casa, pelo sobrenome. De outra forma, pai e filho seriam chamados ao mesmo tempo.

O problema de identidade se prolonga até a maturidade. Sempre há o risco de a pessoa começar a ser chamada de Júnior até a idade adulta. Se isso não for corrigido a tempo, situações bizarras podem acontecer. Algo absurdo como você chegar a uma repartição pública e dizerem que só o Júnior pode atendê-lo. Então você vai até a sala do tal Júnior e depara um senhor de barbas brancas. É o senhor Júnior.

Conta a lenda que Adão, além de Caim, Abel e Set, tinha um filho chamado Adão Júnior. Foi o primeiro Júnior. Mas ninguém confirma essa história.

De fato, ninguém quer ser um Júnior aposentado. Pois é inevitável, para os não-juniores, imaginar um moleque de boné com um sorvete em uma mão e bolinhas de gude na outra.

Um membro da família Júnior sempre desconfia da falta de criatividade dos pais. Afinal, deveria haver alguns nomes a disposição no mercado de nomes na época em que nasceu além do nome do próprio pai.

Outra situação inevitável a respeito dos juniores é, assim que alguém começa a falar sobre um, surgir a inevitável pergunta:

- Que Júnior?

Afinal, são muitos.

Claro, há juniores cujo primeiro nome é realmente feio. E eles preferem ser chamados de Júnior mesmo. Mas aí a capacidade criativa dos pais é realmente questionada. Afinal, porque alguém chamado Jedeguêncio decidiria passar a sua maldição a outra pessoa no Universo? Fé de que esse nome finalmente entre na moda? Não sei.

A Família Júnior é, realmente, uma família única com características muito próprias.

Dizem que, no fim dos tempos, eles irão se unir para enfrentar seus principais rivais: a família Filho.

Mal sabem eles que estarão apenas fazendo o jogo da famigerada família Neto.

Mas quem faz mesmo as regras, e isso poucos sabem, é a seleta família Sobrinho. Essa sim é para poucos.

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Deixarei a porta aberta

11 4 2008 / por Alessandro Martins · 7 comentários

Chegarei em casa cansado depois do trabalho e, como fazem os imprudentes, por esquecimento, deixarei a porta aberta. Não tenho medo de ladrão. Tenho medo de que você não entre no segundo seguinte.

Tenho medo que não tenha sido você a me seguir agora a pouco, no caminho, como medo tenho de que, com a porta aberta, sem você entrar, o telefone não toque depois da próxima respiração. Receio que eu olhe para a cama e veja apenas um travesseiro e não dois, lado a lado enquanto aguço os ouvidos e não escuto nenhum som na casa que dê pistas de sua presença. Fico assustado com o fato de talvez nunca mais levar a tevê para o quarto, pois eu sempre assisto aos filmes na sala. E, sob as cobertas, não redescobrirei mais uma vez, como sempre, antes do filme terminar, o seu prazer secreto de adormecer no meio da história. E eu sei que adormeceu, pois seu corpo tem os pequenos espasmos de quem realmente caiu no sono. Quantos finais de filme deixei de inventar na manhã seguinte. Não quero deixar de sentir que adormeceu. E eu sempre sinto, pois sua cabeça repousa no meu ombro. Não quero também acordar sobressaltado na beirada do sono e descobrir que estou só, como quem percebe que estava apenas sonhando. Não posso abrir mão de, ao despertar, ir tomar café em sua companhia com intenção de chegar a algum lugar, errar o caminho e chegar a outro. O lugar não importa afinal de contas, mas sim a manhã compartilhada. Eu pergunto como é possível que eu abra mão da cumplicidade que há em trocar um compromisso pelo compromisso de não ir e ficar a sós. E pergunto também se alguma vez deixei de dizer as coisas importantes e nunca deixei de dizer e talvez tenha sido meu erro. Porque uma vez pedi dois dias e ganhei todo tempo do mundo. E todo tempo do mundo é o que eu não desejo agora. Queria apenas um minuto. Queria os bolinhos que você me fez numa de suas primeiras visitas. Queria agora até o saco plástico de lixo que marcava o muro de sua casa para eu não me perder. Queria o não-beijo que nos demos naquela noite e você estava especialmente linda e, se assim estava, era para mim. Não nos beijamos, mas o desejo era muito concreto para que deixasse de ser algo, ainda que sua negação. Me arrepia pensar que a moça da panificadora possa perguntar onde anda aquela menina sorridente e eu ter que dizer que não andamos sorrindo juntos ultimamente. E me entristece saber que a foto do copo de leite que me deu - e foi uma forma silenciosa que encontrou de estar sempre presente em minha casa - me olha ainda mais triste que eu quando passo pelo corredor. As lâmpadas nos postes que se apagavam à nossa passagem, a maneira como você riu quando eu disse que eu queria desintegrar metade das pessoas que entupiam o bar, o beijo estalado no cinema silencioso que nos encheu de vergonha, Robin Hood na floresta, o cachorro-quente vegetariano, nossos corpos refletidos juntos em todos os vidros e vidraças do apartamento, você lendo pra mim os seus livros preferidos, o seu banho longuíssimo pela manhã, o ir buscar você no trabalho aos sábados, as fotos de nós dois juntos que coloquei na gaveta sem olhar para elas, o recado colado no carro - que não descolei -, a cortina pendurada no lugar errado, o cachecol que vi nascer de suas mãos, o seu copo para coca-cola que comprei e quebrei sem querer, o caqui mais gostoso que passou pela minha boca, o seu jeito de colocar expressões em inglês no meio da conversa, a piada entendida sobre a Metamorfose, de Kafka, a lâmpada do quarto com mal contato, o travesseiro novo que comprei pra você, você dizendo que desde a adolescência não se divertia tanto, o seu cereal que nunca me invadiu como se as caixas fossem um exército, o clic-clac de seus sapatos ao se aproximar da porta e depois você batendo de leve para não me assustar com a campainha barulhenta, a campainha barulhenta que sempre nos assustava, as minhas férias que também foram suas, as bolhinhas de sabão que seu cachorro gostava de comer, o miojo com aspargos e cogumelos, a nossa fuga não realizada para o Canadá para você trabalhar e me sustentar enquanto escrevo, a comida da geladeira que eu sempre perguntava se estava estragada, a coruja que vimos no caminho da casa de sua mãe, os pombos veranistas, o seu choro na canção de O Fantasma da Ópera, o jogo de Super Trunfo, o barulho dos vizinhos, as conversas sobre tênias na madrugada, o dia que comprei a girafa, o caleidoscópio e o pau-de-chuva, o dia em que vimos uma criança com um pau-de-chuva e como ele fazia barulho de chuva ao ser movido, o doce de leite com a vaquinha desenhada, as torneiras falantes, a orquídea que agora viceja no jardim de minha mãe, o cinema de graça, o cinema pago, o botom do snoopy e o outro também, o dia em que você me olhou soltando pipa com o menino e os seus olhos eram os olhos de quem via o homem da sua vida, o homenzinho que cai da cama avisando que é hora de você dormir, os cupcakes, as histórias em quadrinhos, o CD raro do Tom Waits, o ingresso para o show que quase comprei, mas não comprei porque você já tinha credencial, o já-passa-já-passa, a temperatura nem muito quente nem muito fria e isso não é bom, nada bom, o acordar contrariada por ter brigado comigo no sonho, o tudo que eu olho aqui e você tocou. O tudo que eu olho aqui e você tocou. O tudo que eu olho aqui e você tocou. Todas essas coisas sem verbo, sem adjetivo, sem predicado, sem sujeito. Apenas elas. E certamente faltam algumas. Por isso, deixo a porta aberta. Não tenho medo de ladrão. Elas não podem ser levadas. E talvez nem interessem. Mas tenho medo de que você não entre no segundo seguinte.

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